Um aviso sobre a newsletter

A newsletter do Pinguins Móveis saiu do beta! Inscreva-se e receba nossa newsletter. É de graça, não tem encheção de saco e volta e meia prometo algumas edições extras de coisas que gostaria de alertar, conversar “em privado” etc.

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Ah sim: a partir da próxima semana, as newsletters semanais aparecerão com uma semana de atraso nos arquivos. E as newsletters extras, com um mês de atraso. Pitacos do pinguim com uma semana ou mês de antecedência, que tal?

Um segundo semestre brasileiro de Google Assistant e Blackberry KEYone

Já se sabia que viria desde o Google I/O, mas agora sabemos que o Google Assistant também desembarca no Brasil para Marshmallow e Nougat, além do futuro Android O.

Enquanto isso, a TCL confirmou que o Blackberry KEYone virá para o Brasil, a preço de topo de linha… não que a turma da nostalgia móvel, da necessidade de um telefone mais seguro ou dos viúvos e viúvas dos teclados QWERTY estivesse esperando algo diferente.

Pi Desktop

Este post demorou algumas horas a mais porque eu fiquei com a página do Pi Desktop aberta, esperando que aparecesse alguma coisa que me impedisse de comprar um. (Apareceu)

Mas enfim, se você estiver pensando em fazer um HTPC ou mesmo um mini-desktop a partir de um Raspberry Pi 3, não tem nada melhor que o Pi Desktop por aí: além do case e do dissipador, tem um RTC, uma interface mSATA para um SSD (e bootar do SSD!) e, para alívio de geral, um controlador para ligar/desligar de maneira segura seu Pi.

Project Treble, ou o contorno do Google nos problemas de atualização do Android

O Project Treble, anunciado hoje, é uma elegante solução de contorno para o problema das atualizações do Android; ao modularizar a base do sistema operacional e separar o low-level (leia-se drivers), garante que os fabricantes de celulares/tablets possam enviar as atualizações sem precisar esperar pelos fabricantes de SoCs e outros chips – e, no caso de mercados mais fechados ao modelo desbloqueado como os EUA, as sempre lentíssimas operadoras.

E, de bônus, traz fabricantes, tanto de celulares como de SoC e outros chips, para o AOSP, o que é ótimo.

Uma primeira e última observação sobre o Fuchsia OS

Quando as primeiras notas sobre o Fuchsia surgiram, em agosto de 2016, quem recebe a newsletter soube minha opinião:

(Ah, Fuchsia: não tem Linux, não está no nosso escopo; e não tenho o fôlego – e me pergunto se alguém tem o fôlego – pra cobrir o mundo do IoT.)

Fuchsia voltou hoje, e me mantenho com a mesma opinião.

Mas tem o Armadillo, a interface gráfica (que usa Flutter e Dart, e é cross-plataforma, e pode ser usado no Android, tanto que tem APK já)… o que já vale nossa atenção.

Ainda falta uma totalidade de coisas (p.ex. não há notificações), mas o mais relevante até agora parece ser mesmo a tela dividida em tablets. E adoraria saber se e como vai funcionar na prática, entregando na mão dos usuários comuns, essa interface com cards pra cima e pra baixo.

Crowdfunding do dia: Jelly, o minúsculo telefone com 4G e Nougat

Lembra quando o telefones cabia no bolso frontal das calças jeans sem ficar com parte considerável para fora? Lembra quando o telefone cabia em qualquer bolsinha feminina?

Se você se lembra e tem saudade, mas não quer abrir mão das amenidades de 2017, agradeça à Unihertz, porque o Jelly é o seu crowdfunding. Tela de 2,45″, 4G LTE (não suporta a Banda 28, mas suporta as Bandas 3 e 7), Android Nougat, 1GB/8GB (ou 2GB/16GB na versão Pro), entrada de áudio, microSD.

E, aparentemente, existem Jellys por aí. Pelo menos na mão de alguns youtubers conhecidos.

Sim, já bateu a meta (que era baixinha), mas ainda tem Jelly pra quem estiver interessado em passar, digamos, o réveillon com um telefone que não vai dizer pra todo mundo “oi, eu tenho um telefone aqui, me rouba!”.

A Rússia truca a Google

Não que alguém realmente esperasse um resultado diferente dado o clima político do mundo, mas o governo da Rússia impôs uma derrota forte ao Google ao obrigar o desmonte do Google Mobile Services e a fazer uma versão mobile-2017 do Browserchoice.eu.

Uma vitória, claro, da Yandex, que pode usar seu poder de oligarca da internet russa para fazer Putin feliz e garantir que não haverão dados de cidadãos russos fora dos domínios dele. E uma boa notícia para Bruxelas, que está louca para fazer a mesma imposição ao Google na União Europeia.