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Ah sim: a partir da próxima semana, as newsletters semanais aparecerão com uma semana de atraso nos arquivos. E as newsletters extras, com um mês de atraso. Pitacos do pinguim com uma semana ou mês de antecedência, que tal?

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O protótipo do Librem 5 diz “oi” pro mundo

Teve mais um estado do progresso do Librem 5 que não tem nada suficiente novo e não seria notado se não fosse seguido de…

Sim, por enquanto o protótipo ainda está com o velho i.MX6, mas não deve demorar até termos uma versão com o (definitivo) i.MX8M.

O Sailfish (e o Sailfish X) chegam em 2018 ao Brasil

SailfishOS_logo

A Jolla lançou o primeiro post do ano no blog, falando do que está reservado para o Sailfish X em 2018.

E… olha que interessante… sobre a nova versão do Sailfish OS (grifos nossos)…

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A próxima versão do Sailfish X virá com suporte a português do Brasil

…e sobre a venda do Sailfish X para instalar no Xperia X (grifos também nossos)…

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Será que já será possível assistir à Copa do Mundo com o Sailfish X vendido no Brasil?

 

Nokia 3310 4G e Reliance Jiophone: os featurephones alcançam o paraíso do LTE

De maneira bem discreta, a HMD Global anunciou o Nokia 3310 4G na China.

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Além de LTE, Wifi e VoLTE, o Nokia 3310 4G conta com o YunOS, o fork AOSP da Alibaba, como sistema operacional, em vez do Series 30 das versões 2G e 3G; isso não significa que o Nokia 3310 4G seja um smartphone, mas sim um featurephone que roda um SO que suporta LTE.

(Certamente saberemos na MWC, quando a HMD lançar o 3310 4G para o resto do mundo, se o YunOS vai ser substituído na versão global do telefone)

Aliás, o Nokia 3310 4G não é o primeiro featurephone com LTE; o Jiophone, carro-chefe do espetacular sucesso da Reliance Jio na Índia, roda o KAI OS, que é… um fork do falecido Firefox OS.

Afinal, os featurephones precisam migrar para o LTE, certo? 5G tá aí, as operadoras querem fazer refarming das redes GSM e 3G… e nada como usar versões menores dos SO de smartphones que já existem.

 

Fairphone, F-Droid e os updates automáticos de apps

Os usuários do Fairphone Open, a versão AOSP do sistema do Fairphone 2, agora podem usar o F-Droid como loja de apps sem precisar dar voltas e mais voltas na hora da necessária atualização dos apps instalados.

É a primeira ROM AOSP que tem auto-atualização de apps sem o GMS por perto, o que é uma excelente notícia para quem quer viver uma vida Google-less, ou pelo menos open source, no Android.

Os interessados podem ler mais aqui.

A Purism começa a falar do Librem 5

Depois de um longo silêncio desde o resultado do crowdfunding, a Purism começa 2018 dando uma geral do estado do Librem 5.

Além da promessa de uma atualização de estado toda terça-feira…

  • a Purism reforçou o time do Librem 5;
  • vai mesmo usar o NXP i.MX8M (Cortex-A53) em vez do NXP i.MX6 (Cortex-A7);
  • vai compilar o Pure OS para arm64;
  • vai usar Wayland;
  • está trabalhando com GNOME e KDE na UI/UX de telefone do Pure OS;
  • ainda está completando os boards de desenvolvimento.

O dia do Raspberry Pi Zero WH

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Sem muito alarde, a Raspberry Pi Foundation lançou o Raspberry Pi Zero WH… que é o mesmo Raspberry Pi Zero W, só que com os headers GPIO pré-soldados. Com isso, o Zero WH acaba concorrendo, direta ou indiretamente, com o A+. Será que teremos uma nova versão do A+, cujo hardware não é atualizado desde 2014?

(Também aproveitou para amarrar as pontas que faltavam das novas bibliotecas GPIO, que permitem acesso remoto e o escambau.)

 

eelo: a distro AOSP do criador do MandrakeLinux

Quem estava por dentro da cena Linux na década passada lembra do Mandrake Linux, depois Mandriva: uma das primeiras distros desktop Linux a se preocupar com facilidade de instalação e uso, foi durante um tempo a referência neste campo, até a chegada do Ubuntu.

Depois de um tempo sumido das manchetes, Gäel Duval, o criador da distro, volta com o crowdfunding do eelo, uma distribuição AOSP voltada para a privacidade.

eelo.png

Com um discurso que o aproxima do Pure OS, uma ideia de segurança que o aproxima do Copperhead OS e uma base Lineage OS, o eelo tem um monte de lacunas a serem preenchidas; provalvemente a única definição firme neste momento é o Bliss Launcher. No entanto, faltando 30 dias para terminar o crowdfunding e já com mais de 10% da meta de 25 mil euros, está mais ou menos certo que Duval e sua equipe terá tempo de tapar estes buracos assim que encerrar a campanha.

(via Xataka Android)