COS: o governo chinês e o santo graal do “sistema único” por decreto

O COS apareceu em janeiro, ficou dormindo uns tempos, voltou em agosto com promessa de lançamento em outubro para desktops e “mais tarde” para dispositivos móveis.

Não é a primeira vez que a China tenta emplacar seu sistema operacional, mas é provavelmente a com mais chance, baseado em dois fatores: o fim do suporte ao Windows XP e a guerra fria entre os governos americano e chinês.

A grande dúvida é se desejos de burocratas e recursos suficientes vão resolver o problema que Canonical e Microsoft não conseguiram: um sistema operacional que funcione igualmente bem em todo o espectro computacional, com bônus para apps que também funcionem igualmente bem em todo o espectro computacional.

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