Jide Remix Mini e Remix OS, parte I: hardware

Jide Remix Mini com Motorola Lapdock

Parecia bom demais pra ser verdade: um PC completo, rodando um Android forkeado para funcionar melhor como um sistema desktop, a partir de 29 dólares no modelo mais barato, e ainda no Kickstarter. Muita gente, inclusive este que vos escreve, achou bom o suficiente pra deixar alguns trocados no crowdfunding. Recordes foram quebrados, os Minis foram entregues, um veio para minha casa e o resto taí.

As especificações do Remix Mini não são nada de fazer cair o queixo: um SoC quad-core Allwinner de 64 bits rodando a 1,2GHz, duas portas USB 2.0, Ethernet, saída HDMI, microSD, e 1GB/8GB ou 2GB/16GB de memória/armazenamento. Por outro lado, estas especificações garantem que o modelo de 2GB/16GB saia na Amazon a 70 dólares, o que é barato em qualquer situação.

Jide Remix Mini e Nexus 5

Traseira do Jide Remix Mini por cima do Nexus 5

A caixa é pequena, simples e só vem com o aparelho, o carregador e um cabo HDMI; o comprador precisa ter monitor, mouse e teclado à mão.

O aparelho não é muito mais sofisticado; os 12,4×8,8×2,6cm não permitem muitas portas – além das já citadas no parágrafo anterior, uma entrada para headphone e a entrada do carregador (sim, ele tem um carregador próprio, guarde-o muito bem!). E para quem perguntou “cadê o botão de ligar/desligar?”, ele é um botão capacitivo, localizado onde está escrito “Remix”.

Fora isso, realmente não há muito mais o que dizer no hardware: é pequeno, é quieto, cumpre seu papel de mostrar a capacidade do sistema operacional. É verdade que qualquer tentativa de, digamos assim, passar uma quarta ou quinta marcha acaba esbarrando nas limitações do SoC e da quantidade de memória; no entanto, no caso do modelo de 2GB, serve bem para um trabalho produtivo mais “padrão”.

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