Essential, uma aposta do “pai do Android” para os novos tempos

Finalmente Andy Rubin, o “pai do Android”, tirou sua nova empresa das sombras; a Essential vem ao mundo com um manifesto-com-pedido-de-desculpas

…um telefone topo de linha feito de titânio (alumínio é tão Apple e Samsung…), ainda mais radical na guerra contra as bordas e usando seu próprio “Moto Mods” com uma câmera 360º liderando os acessórios…

…e o Essential Home,  um assistente de voz com SO próprio e que é quase a materialização dos princípios do manifesto, especialmente o de trabalhar com os ecossistemas existentes e o de não ter branding algum.

Um segundo semestre brasileiro de Google Assistant e Blackberry KEYone

Já se sabia que viria desde o Google I/O, mas agora sabemos que o Google Assistant também desembarca no Brasil para Marshmallow e Nougat, além do futuro Android O.

Enquanto isso, a TCL confirmou que o Blackberry KEYone virá para o Brasil, a preço de topo de linha… não que a turma da nostalgia móvel, da necessidade de um telefone mais seguro ou dos viúvos e viúvas dos teclados QWERTY estivesse esperando algo diferente.

Pi Desktop

Este post demorou algumas horas a mais porque eu fiquei com a página do Pi Desktop aberta, esperando que aparecesse alguma coisa que me impedisse de comprar um. (Apareceu)

Mas enfim, se você estiver pensando em fazer um HTPC ou mesmo um mini-desktop a partir de um Raspberry Pi 3, não tem nada melhor que o Pi Desktop por aí: além do case e do dissipador, tem um RTC, uma interface mSATA para um SSD (e bootar do SSD!) e, para alívio de geral, um controlador para ligar/desligar de maneira segura seu Pi.

Project Treble, ou o contorno do Google nos problemas de atualização do Android

O Project Treble, anunciado hoje, é uma elegante solução de contorno para o problema das atualizações do Android; ao modularizar a base do sistema operacional e separar o low-level (leia-se drivers), garante que os fabricantes de celulares/tablets possam enviar as atualizações sem precisar esperar pelos fabricantes de SoCs e outros chips – e, no caso de mercados mais fechados ao modelo desbloqueado como os EUA, as sempre lentíssimas operadoras.

E, de bônus, traz fabricantes, tanto de celulares como de SoC e outros chips, para o AOSP, o que é ótimo.

Uma primeira e última observação sobre o Fuchsia OS

Quando as primeiras notas sobre o Fuchsia surgiram, em agosto de 2016, quem recebe a newsletter soube minha opinião:

(Ah, Fuchsia: não tem Linux, não está no nosso escopo; e não tenho o fôlego – e me pergunto se alguém tem o fôlego – pra cobrir o mundo do IoT.)

Fuchsia voltou hoje, e me mantenho com a mesma opinião.

Mas tem o Armadillo, a interface gráfica (que usa Flutter e Dart, e é cross-plataforma, e pode ser usado no Android, tanto que tem APK já)… o que já vale nossa atenção.

Ainda falta uma totalidade de coisas (p.ex. não há notificações), mas o mais relevante até agora parece ser mesmo a tela dividida em tablets. E adoraria saber se e como vai funcionar na prática, entregando na mão dos usuários comuns, essa interface com cards pra cima e pra baixo.