Nokia 3310 4G e Reliance Jiophone: os featurephones alcançam o paraíso do LTE

De maneira bem discreta, a HMD Global anunciou o Nokia 3310 4G na China.

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Além de LTE, Wifi e VoLTE, o Nokia 3310 4G conta com o YunOS, o fork AOSP da Alibaba, como sistema operacional, em vez do Series 30 das versões 2G e 3G; isso não significa que o Nokia 3310 4G seja um smartphone, mas sim um featurephone que roda um SO que suporta LTE.

(Certamente saberemos na MWC, quando a HMD lançar o 3310 4G para o resto do mundo, se o YunOS vai ser substituído na versão global do telefone)

Aliás, o Nokia 3310 4G não é o primeiro featurephone com LTE; o Jiophone, carro-chefe do espetacular sucesso da Reliance Jio na Índia, roda o KAI OS, que é… um fork do falecido Firefox OS.

Afinal, os featurephones precisam migrar para o LTE, certo? 5G tá aí, as operadoras querem fazer refarming das redes GSM e 3G… e nada como usar versões menores dos SO de smartphones que já existem.

 

Crowdfunding do dia: Jelly, o minúsculo telefone com 4G e Nougat

Lembra quando o telefones cabia no bolso frontal das calças jeans sem ficar com parte considerável para fora? Lembra quando o telefone cabia em qualquer bolsinha feminina?

Se você se lembra e tem saudade, mas não quer abrir mão das amenidades de 2017, agradeça à Unihertz, porque o Jelly é o seu crowdfunding. Tela de 2,45″, 4G LTE (não suporta a Banda 28, mas suporta as Bandas 3 e 7), Android Nougat, 1GB/8GB (ou 2GB/16GB na versão Pro), entrada de áudio, microSD.

E, aparentemente, existem Jellys por aí. Pelo menos na mão de alguns youtubers conhecidos.

Sim, já bateu a meta (que era baixinha), mas ainda tem Jelly pra quem estiver interessado em passar, digamos, o réveillon com um telefone que não vai dizer pra todo mundo “oi, eu tenho um telefone aqui, me rouba!”.

Crowdfunding do dia: Gemini, PDA com Linux e Android

O designer dos Psion 3 e 5. O design dos Psion 3 e 5. O PDA com teclado que definiu todos os PDAs com teclado está de volta – e, como estamos em 2017 e PDA é um produto de muito nicho, está no Indiegogo. Rodando Android e Linux, com versões Wifi e Wifi+LTE.

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(via El Reg, óbvio, tem poucas coisas mais inglesas na computação que Psion)

ZTE S156: na China existem Androids que são telefones barra com teclado

Tem coisas que só aparecem na China, mesmo.

Vejam este telefone:

Podia ser só um telefone barra com teclado de 12 teclas, desses que hoje em dia saem a 100 reais ou pouco mais; mas é o ZTE S156 e tem tela QVGA de 3,5″, 1GB de RAM,  8GB de ROM,  Mediatek 6735 a 1,3GHz, Android 5.1.1 e suporte a redes que faz muito sentido para um telefone a ser vendido na China – GSM 900/1800, UMTS 3G 900/2100, TD-LTE 2500 (Banda 41) e LTE 2100 (B1)/1800 (B3). Ah sim, e rádio FM. E botão físico para a câmera.

Mais uma avis rara da fauna andróide chinesa.

Quantum Fly: a briga dos supermédios esquenta de vez no Brasil

Se a Quantum é a representante nacional no mundo das startups de smartphones de custo baixo, faltava um supermédio neste 2016 dos supermédios em que todo mundo tem seu supermédio.

E o Quantum Fly é este supermédio.

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Por R$1299 o comprador leva um deca-core Mediatek, 3GB de RAM, 32GB de armazenamento, leitor de impressão digital, Marshmallow de fábrica, 4G, Full HD de 5,2″, câmera com flash dual-tone etc etc etc. É um preço agressivo, que cria um problema para os supermédios concorrentes, e que aquece de vez uma briga que, se seguirmos o padrão de outros países, acabará também gerando um problema para a gama alta.

Samsung Z2: o Tizen encontra o 4G

O Samsung Z2 é um low-end bem típico (algum quad-core Spreadtrum, 1GB de RAM, 8GB de armazenamento, câmeras 5 megapixels/VGA, tela WVGA de 4″, um visual que poderia vir de algum Galaxy low-end de 2013/2014), mas tem LTE e custa 4590 rúpias (68 dólares, 219 reais, 197800 pesos colombianos etc etc etc). E sim, é pra Índia, e nada da esperada expansão dos telefones com sistema Tizen para a África.

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Oysters SF: o Sailfish chega aos médios de 2016

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Os aparelhos que saíram com Sailfish, tanto da Jolla quanto da Intex, saíram com chips low-end (Snapdragon 2xx) ou mid-end de anos passados, atual super-low-end (4xx); garantem um preço baixo, mas não impressionam num mudo em que praticamente todo mundo lança um médio com Snapdragon 6xx ou equivalente.

Até agora.

Os fãs do Sailfish na Rússia, país em namoro com o sistema da Jolla, agora podem contar com o Oysters SF: equipado com o popular MT6753 (aliás, o mesmo SoC do Quantum GO 4G), tem tela IPS de 5″ (não se sabe se é HD ou Full HD), 2GB de RAM, 16GB de armazenamento, o conjunto 13/5 de câmera, dual-SIM e LTE.

Só falta preço e quando sai na Mãe Rússia.

V10 e a necessidade da LG de ter um flagship no segundo semestre

Ou “se funcionou com a Samsung e o Galaxy Note, porque não funcionaria conosco?”

O LG V10, o flagship da temporada natalina da Sortuda Estrela Dourada, tem Snapdragon 808 (é, parece que a experiência de usar o 810 no G Flex 2 não foi boa), 4GB de RAM, 64GB de armazenamento mais microSD, bateria removível de 3000mAh, tela QuadHD de 5,7″ e uma tela secundária, logo acima, de 2,1″, para servir de barra de informações (com a tela principal desligada) ou barra de ícones (com a tela principal ligada). E duas câmeras frontais para melhores selfies e groufies (não fui eu que inventei esse nome, foi a LG)

De bônus, ainda tem a segunda geração do LG Watch Urbane, com Android Wear E LTE.

LG Wine Smart: o flip phone Android chega à Europa

Citamos o LG Wine Smart neste post da MWC 2015.

Hoje a LG anunciou que o Wine Smart (ou Gentle, na nave-mãe) sairá no Japão, no Cazaquistão e em diversos mercado europeus (França, Espanha, Itália, Polônia) sem muitas diferenças nas especificações (tela HVGA de 3,2″, quad-core provavelmente Snapdragon 210, câmera traseira de 3 megapixels, LTE e Lollipop).

Espero que a LG Brasil resolva pelo menos testar as águas aqui.