O dia do Raspberry Pi Zero WH

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Sem muito alarde, a Raspberry Pi Foundation lançou o Raspberry Pi Zero WH… que é o mesmo Raspberry Pi Zero W, só que com os headers GPIO pré-soldados. Com isso, o Zero WH acaba concorrendo, direta ou indiretamente, com o A+. Será que teremos uma nova versão do A+, cujo hardware não é atualizado desde 2014?

(Também aproveitou para amarrar as pontas que faltavam das novas bibliotecas GPIO, que permitem acesso remoto e o escambau.)

 

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Raspberry Pi 4 só em 2019 e outras palavras de Eben Upton

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Eben Upton, o Raspberry Pi-em-chefe, concedeu uma entrevista ao Xataka em que fala não só do Raspberry Pi 4 (que só virá em 2019, o que é uma excelente notícia para todo mundo que usa o pequeno notável como base de seus produtos, experimentos e hacks), mas também do esforço com o Raspbian, do Coder Club, da concorrência…

Pi Desktop

Este post demorou algumas horas a mais porque eu fiquei com a página do Pi Desktop aberta, esperando que aparecesse alguma coisa que me impedisse de comprar um. (Apareceu)

Mas enfim, se você estiver pensando em fazer um HTPC ou mesmo um mini-desktop a partir de um Raspberry Pi 3, não tem nada melhor que o Pi Desktop por aí: além do case e do dissipador, tem um RTC, uma interface mSATA para um SSD (e bootar do SSD!) e, para alívio de geral, um controlador para ligar/desligar de maneira segura seu Pi.

5 anos em que vivemos num mundo comandado pelo Raspberry Pi

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Desde 29 de fevereiro de 2012 estamos na Era do Raspberry Pi. A pequena framboesa de Cambridge superou e muito sua ideia original de ser uma maneira de fazer estudantes se interessarem por ciência da computação: ajudou a criar a explosão dos makers e do IoT, mudou nossa percepção sobre o que é um computador, fez as pessoas normais se interessarem por SBCs e placas de desenvolvimento, obrigou a todo mundo (até a Intel!) a correr atrás (e não chegar), caiu nas graças também de sysadmins ao redor do mundo, permitiu que gente comum pudesse fazer coisas que, de outra maneira, não fariam. Mudou o mundo.

E tem maneira melhor de comemorar o 5º aniversário que lançar coisa nova? Não tem, né? Por isso apareceu o Pi Zero W; pelo dobro do preço do Pi Zero – ou seja, 10 dólares – o pequeno Pi Zero ganha Wifi e Bluetooth, o que significa que não há mais desculpa financeira pra ligar o que quer que seja à internet (se o ESP8266 não fosse suficiente).

E, agora, teremos um período de estabilidade em hardware, com a Raspberry Pi Foundation focando em software.

O PIXEL completa o Raspberry Pi como computador de uso geral

Praticamente um ano depois dos primeiros sinais e sete meses depois do Raspi 3, a Fundação Raspberry Pi lança o PIXEL, a interface gráfica oficial para a framboesa que o mundo ama.

Não apenas envolve mudanças no LXDE, que continua sendo a base para o Pi Improved Xwindows Environment, Lightweight, mas novas imagens de fundo, poder ligar/desligar Wifi e Bluetooth pela interface gráfica (finalmente!), o Chromium (com uBlock Origin!) como browser padrão e a integração do viewer e server RealVNC.

Todo esse ano de trabalho finalmente gerou frutos: todo um novo campo de aplicações para o Raspberry Pi como computador desktop se abre. Hora de comprar aquele cartão microSD de 16GB e queimar uma imagem do Raspbian Jessie.

Nextcloud Box + Raspberry Pi = sua nuvem pessoal

Um dos primeiros projetos de qualquer um que compre um Raspberry Pi é fazer um servidor de armazenamento pessoal. O que o Nextcloud Box, disponível a partir de outubro, ajuda nisso é: basta adicionar o Raspi porque o resto já vem na caixinha – incluindo o microSD já com o Snappy Ubuntu Core e todo o software para rodar o Nextcloud.

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Pra quem não conhece o Nextcloud, é um fork do conhecido Owncloud, feito pelos… desenvolvedores originais do Owncloud.

(notícia via)