O Sailfish (e o Sailfish X) chegam em 2018 ao Brasil

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A Jolla lançou o primeiro post do ano no blog, falando do que está reservado para o Sailfish X em 2018.

E… olha que interessante… sobre a nova versão do Sailfish OS (grifos nossos)…

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A próxima versão do Sailfish X virá com suporte a português do Brasil

…e sobre a venda do Sailfish X para instalar no Xperia X (grifos também nossos)…

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Será que já será possível assistir à Copa do Mundo com o Sailfish X vendido no Brasil?

 

Acciona: a estratégia latina da Jolla começa na Bolívia

Desde que a Jolla abandonou a fabricação de hardware e se tornou uma empresa de software, vem tentando espaço fora dos EUA, com variados resultados: se na Europa tem sido mais bem-sucedido e os esforços na Índia parecem ter se perdido no mar de esforços na Índia que todo mundo está fazendo, ainda faltam muitos mercados pelo mundo afora.

Um destes mercados é a América Latina e a Jolla consegue um parceiro: o grupo boliviano JALA lança sua linha de telefones Acciona, rodando Sailfish.

(Sem entrar em questões geopolíticas, a Bolívia é um mercado periférico dentro do continente; parece o local ideal para a Jolla conseguir um parceiro, já que é um mercado que não tem tanta atenção dos grandes players.)

As especificações são para competir com a linha Galaxy J, não por acaso a mais popular do continente…

…e os preços são relativamente compatíveis com a concorrência…

…e, claro, todo o discurso de independência tecnológica (o Grupo Jala tem origem em software).

Começar pela Bolívia me parece uma boa ideia para o investimento da Jolla na América Latina, especialmente se o Grupo Jala conseguir cumprir suas metas para 2018, tipo ter sua própria nuvem (e seus próprios serviços). A questão é se a Jolla vai conseguir contar sua história (e conseguir parceiros) em mercados latinoamericanos mais maduros, mais disputados e mais ligados a Google, Apple e Samsung.

Sailfish X: é possível ter um Sailfish OS (se você tiver um Xperia X em alguns países)

Na MWC deste ano, a Sony e a Jolla anunciaram uma parceria para levar o Sailfish a alguns telefones Xperia, começando pelo Xperia X, o reboot da linha de telefones da empresa japonesa, que também estava saindo na mesma feira (que em Xperia-time, é duas gerações atrás).

Depois de um ano inteiro de trabalho, a Jolla finalmente anuncia o início das vendas do Sailfish X, o Sailfish OS para Xperia X (para daqui a duas semanas).

Vai custar 49,90 euros, vai estar disponível em alguns países da Europa (e talvez EUA e Canadá), algumas coisas ainda não estão funcionais (Bluetooth, leitor de digitais etc), e ainda falta cumprirem a promessa de liberarem o código (mas daqui a duas semanas alguém cobra).

Intex Aqua Fish: finalmente o Sailfish OS chega ao mercado indiano

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Um ano depois do anúncio e cinco meses depois da primeira aparição, finalmente…

A 5499 rúpias (mais ou menos 270 reais no câmbio do dia deste post), o consumidor indiano leva um Snapdragon 210 (lembrando que, como é feio falar em Snadragon 210, os fabricantes podem usar o “nome de datasheet” Snapdragon MSM8909) a 1,3GHz com tela HD de 5″, 2GB de RAM, 16GB de armazenamento, câmeras de 8/2 megapixels, bateria de 2500mAh e LTE – e, claro, Sailfish OS 2.0 com suporte a apps Android (mas sem Play Store, Play Services etc).

Oysters SF: o Sailfish chega aos médios de 2016

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Os aparelhos que saíram com Sailfish, tanto da Jolla quanto da Intex, saíram com chips low-end (Snapdragon 2xx) ou mid-end de anos passados, atual super-low-end (4xx); garantem um preço baixo, mas não impressionam num mudo em que praticamente todo mundo lança um médio com Snapdragon 6xx ou equivalente.

Até agora.

Os fãs do Sailfish na Rússia, país em namoro com o sistema da Jolla, agora podem contar com o Oysters SF: equipado com o popular MT6753 (aliás, o mesmo SoC do Quantum GO 4G), tem tela IPS de 5″ (não se sabe se é HD ou Full HD), 2GB de RAM, 16GB de armazenamento, o conjunto 13/5 de câmera, dual-SIM e LTE.

Só falta preço e quando sai na Mãe Rússia.

Mais do que nos interessou na MWC 2016

Acho que agora não falamos mais de MWC.

A Xiaomi tenta ser uma empresa global, então fica complicado de fazer lançamentos escondidos somente para o fandom em Pequim. Por isso o Mi 5 saiu na MWC não é apenas um flagship (tem algum problema começar a chamar de nau capitânea?) – embora seja uma nau capitânea bem interessante, apesar de ajudar a reacender o debate sobre Full HD em aparelhos desse tipo (essa discussão é um porre).

(De bônus, o lançamento da Xiaomi serviu para confirmar que a Qualcomm é a grande vencedora da MWC 2016)

Pra não dizer que não falamos da Espanha, a local Wolder lança dois laptops convertíveis com Remix OS.

Mais escondido, já que só deve sair na Índia, Intex Aqua Fish com Sailfish 2.0. Pena que não tem mais informações além do post no Jolla Users.

Mais preocupante é, faltando um mês pra versão 16.04, estes hands-on do Meizu Pro 5 com Ubuntu.

Turing Phone: o primeiro Sailfish fora da Jolla

Desde que a Jolla, basicamente, se transformou numa empresa de software, todo mundo passou a esperar quem seriam os tão falados interessados no licenciamento do Sailfish.

Hoje sabemos que é o Turing Phone – vai ver por isso o telefone, agora, deve ser entregue para quem já fez a pré-compra só em abril.

(E sim, sabemos que a Fairphone tem Sailfish no Fairphone 2, mas ainda é um build comunitário, com os aparelhos vindo oficialmente com Lollipop).