Família Q6: finalmente a LG retorna à luta da gama média?

Se o G6 recolocou a LG na conversa da gama alta, nada mais apropriado que trazer a linguagem de design do aparelho, trocar o chip por um Snapdragon 435, atochar RAM e armazenamento, tirar umas coisinhas aqui e ali e… vender como Q6+/Q6/Q6α.

Não sei se é o suficiente para recolocar a LG na conversa da gama média, mas pelo menos a LG está tentando seriamente.

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Os frutos corporativos do noivado entre Tizen e Rússia

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Tizen e Mãe Rússia andaram flertando sério. Parece que já chegamos ao estágio do noivado.

O Samsung Z3 Corporate Edition é o mesmo Z3 da Índia, só que com Snapdragon 410 em vez de Spreadtrum, e com LTE; por causa disso, sai a 16618 rublos (208 dólares, 845 reais a preços da publicação deste post), com 15% de desconto para compras antes de 30 de junho.

OnePlus 3: a hora do amadurecimento

Never settle. O sistema de vendas por convite. 2016 flagship killer em 2015. A OnePlus sempre foi uma máquina de hype que, por um acaso, vendia telefones.

Mas uma hora o amadurecimento chega para todos.

O OnePlus 3 chega sem vendas por convite, sem grandes promessas de hype, mas com um preço praticamente imbatível (399 dólares/399 euros) para o que tem: Snapdragon 820, 6GB de RAM, tela Full HD de 5,5″ (AMOLED), 64GB de armazenamento, bateria de 3000mAh, câmera traseira de 16 megapixels com OIS, NFC, leitor de digitais, dual-SIM, carregamento rápido, corpo em alumínio, toneladas de bandas LTE… só falta mesmo a tela 2K e a resistência à água e poeira.

Finalmente o never settle passa a fazer sentido.

A nova velha terceira geração do Asus Zenfone

A Computex começou hoje e, se você não é um fã de PCs, só tem um motivo pra prestar atenção na festa da indústria taiwanesa: os lançamentos da Asus.

Com a Intel querendo esquecer que fez chips para smartphones, só sobrou a Qualcomm, e por isso o recém-chegado Snapdragon 625 é a estrela da nova linha Zenfone 3.

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Do resto, nada fora do padrão atual: tem aquele indefectível estilo Asus de fazer design de telefones, tem os pares memória RAM/armazenamento fazendo escadinha de preços, tem o modelo “supertopo de linha” (o Deluxe) com Snapdragon 820, tem corpos de metal… e, já que estamos falando de Asus, tem os preços bem agressivos.

Não que alguém vá achar bem ruim um Snapdragon 625 com 3GB de RAM e 32GB de armazenamento saindo a partir de 249 dólares.

No 2016 dos supermédios, o 65x ganha adjetivos

Ainda no tema 2016 dos supermédios. Agora incluindo adjetivos.

O LG G5 que virá para a América Latina, China e países da CIS (as ex-repúblicas soviéticas, incluindo a Rússia) terá o nome G5 SE.

E a HTC, da qual falamos pouco por estar fora do Brasil, lançou seu novo topo de linha, o HTC 10, com Snapdragon 820, 4GB de RAM e 32 ou 64GB de armazenamento. Mas estamos no 2016 dos supermédios e alguns países do subcontinente indiano, do Sudeste asiático e a China receberão o HTC 10 Lifestyle, com Snapdragon 652, 3GB de RAM e apenas a versão de 32GB de armazenamento – tal e qual o G5/G5 SE, todo o resto fica mantido (câmeras com OIS dual, som de alta qualidade, microSD, USB Tipo C, tela Quad HD de 5,2″ etc etc etc).

(ATUALIZAÇÃO: A HTC Índia agora fala que o Lifestyle tem 820. Tá confuso.)

A janela de oportunidade do Xiaomi Mi5 no Brasil

Já sabemos que o G5 latino (e brasileiro) virá com 652. Também sabemos que o X Performance só estará disponível em meia dúzia de mercados. O Galaxy S7 mexicano virá com Exynos 8890 e não acredito que o brasileiro seja diferente.

Dos telefones de empresas atuantes no Brasil com Snapdragon 820 só sobra um: Xiaomi Mi5.

Vamos ver se a Xiaomi nota a janela de oportunidade que se abriu à frente dela.

No 2016 dos supermédios, 65x é o novo 820

Já sabemos que 2016 é o ano dos supermédios: do que intuitivamente entendemos como topos de linha, nas duas primeiras grandes feiras do ano tivemos apenas o Galaxy S7 e o G5 “full”; e se relaxarmos e definimos que basta o Snapdragon 820 ou equivalente Exynos/HiSilicon, somamos o Xiaomi Mi5 e o Sony Xperia X Performance. E isso não é em todos os mercados; se tirarmos o fato da Xiaomi atuar em um número limitado de países, sabemos que em boa parte do mundo não veremos o X Performance e o G5 virá com Snapdragon 652 e 3GB de RAM.

Ou seja, para boa parte do mundo, realisticamente um dispositivo com Snapdragon 65x (Xperia X, G5 H840, até mesmo o Galaxy A9 que – acho – não ficará restrito à China1) será o topo de linha possível.

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Os dias do Snapdragon 820

Depois de um ano esquecível, a Qualcomm precisava de uma resposta. E a esperança é que o Snapdragon 820 seja esta resposta.

Pelo menos tem pouco a ver com o fracassado 810.

V10 e a necessidade da LG de ter um flagship no segundo semestre

Ou “se funcionou com a Samsung e o Galaxy Note, porque não funcionaria conosco?”

O LG V10, o flagship da temporada natalina da Sortuda Estrela Dourada, tem Snapdragon 808 (é, parece que a experiência de usar o 810 no G Flex 2 não foi boa), 4GB de RAM, 64GB de armazenamento mais microSD, bateria removível de 3000mAh, tela QuadHD de 5,7″ e uma tela secundária, logo acima, de 2,1″, para servir de barra de informações (com a tela principal desligada) ou barra de ícones (com a tela principal ligada). E duas câmeras frontais para melhores selfies e groufies (não fui eu que inventei esse nome, foi a LG)

De bônus, ainda tem a segunda geração do LG Watch Urbane, com Android Wear E LTE.

Nexus 5X, 6P, Pixel C e mais um monte de coisas Google

Teve anúncios envolvendo Google Play Music, Google Photos, Chromecast (e Chromecast Audio) etc etc etc. Mas estamos aqui para Nexus 5X, Nexus 6P… e Pixel C, correto?

O Nexus 6P, fabricado pela Huawei, é um flagship Android bem típico de 2015: tela Quad HD de 5,7″, Snapdragon 810, 3GB de RAM, câmera frontal de 12,3 megapixels com abertura f/2.0 e autofoco com laser, câmera de selfie de 8 megapixels com abertura f/2.4, USB Tipo C, leitor de digitais na traseira, Sensor Hub etc etc modelos com SESSENTA E QUATRO e CENTO E VINTE E OITO GIGABYTES DE ARMAZENAMENTO etc etc.

Já sabíamos um monte de coisas do Nexus 5X, fabricado pela LG, mas agora sabemos oficialmente que a tela é Full HD, que o chip é o Snapdragon 808, que continuamos com 2GB de RAM e que câmera frontal de 12,3 megapixels com abertura f/2.0 e autofoco com laser, USB Tipo C, leitor de digitais e Sensor Hub estão também nele. Até o preço (379 dólares) parece uma pequena atualização do Nexus 5 eterno nessa Brasila de 2013.

Agora é esperar Google e LG lançarem no mercado brasileiro (um chute: preço mais para Moto X Style que Moto X Play, o que obviamente não vai me impedir de comprar.)

(Enquanto isso, semana que vem tem Marshmallow para os Nexii 5, 6, 7 (2013) e 9 – sim, os Nexus 4 e 7 (2012) estão oficialmente aposentados.)

Já o Pixel C é não apenas o primeiro tablet Android do Google que não se chama Nexus, criando uma nova linha de produtos junto com o Chromebook Pixel, mas é mais uma confirmação de que o futuro dos tablets não-descartáveis passa pelo que a Microsoft está fazendo com o Surface. Tela de 10,2″ 2560×1800, NVidia Tegra X1, 3GB de RAM, e teclado Bluetooth opcional que, olha só, serve de dock para o tablet – e que serve de bateria extra quando não está em uso.

Continuo questionando o sistema operacional, mas enfim.